Adeus blog! (ou invalid object name radialog)

Cao com cara de assustado

Olá!

O título é sensacionalista, claro, não vou parar de blogar (me divirto bastante com isso, rsrs). Era só pra avisar que migrei o site pra uma hospedagem própria e o endereço que estava vinculado com este wordpress (renatomsiqueira.com.br) foi devidamente migrado também…Caso você esteja aqui, neste endereço (radialog.wordpress.com.br) peço que visite um dos dois links abaixo (preferência para o .com):

http://renatomsiqueira.com

http://renatomsiqueira.com.br

Além de migrar o conteúdo do blog, adicionei ou corrigi alguma coisa ali e aculá, então recomendo que veja o blog atualizado nos endereços citados acima!

Em tempo, edit: a imagem não tem nada a ver com o conteúdo neste caso (kkk). É o tipo de coisa que podemos fazer quando o blog é pessoal, hehe.

Valeu, gente!

A verdadeira data de criação de um banco de dados

Processed with VSCOcam with f2 preset

Olá,

Como descobrir a verdadeira data de criação de um banco de dados? A princípio, parece ser uma pergunta simples de responder e a resposta aparece de quase imediato: veja na create_date da sys.databases. Mas estamos falando da verdadeira data de criação de um banco de dados, aquela que permanece a mesma mesmo se for a base restaurada em uma instância diferente.

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ERRORLOG – Dicas e casos (parte 2 de 3)

Error Log level 2

Olá,

Continuando a série de posts sobre errorlog (você pode ler a parte 1 clicando aqui), vamos revisitar conceitos mais importantes explicados no post anterior e comentar sobre dicas/boas práticas. Caso hajam testes, indico que devem ser feitos em ambiente de teste (pelo amor de tudo o que você mais ama, rs).
Os tópicos são:

1) Conceito de (Re)Cycle;
2) Aumentar quantidade de ERRORLOGS;
3) Necessidade do ERRORLOG
4) ERRORLOG + DBCC’s

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ERRORLOG – O básico (Parte 1 de 3)

errorlog2222

Olá,

Estava planejando tem um tempão falar  sobre os recursos que o SQL Server oferece de graça para os usuários do produto (supondo que estejam utilizando a versão Enterprise e/ou que tenham permissão suficiente, é claro) e inevitavelmente me veio a forma mais básica de logging do SQL Server: ERRORLOG. Esse post é o primeiro de uma trilogia, onde vamos comentar o básico e o que realmente precisa ser entendido sobre o funcionamento do mesmo.

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Desafio #1 – Data Compression Labs

Books

Oi,

Antes de começar o próximo post do Compression Labs, tenho um pequeno e humilde desafio pra quem se interessar a responder (e eu até poderia dizer que estou fazendo isso pra ganhar  tempo fazendo de fazer um post direito, mas estaria sendo estupidamente honesto)…Vamos utilizar o script do Compression Labs #1 adaptado para montar o cenário: vamos criar desta vez duas tabelas, sendo que uma delas vai levar compressão de página.

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Data Compression Labs #1 – Tipagem inteligente e páginas zumbis

Open books

Olá,

Compressão no SQL Server é de longe uma das features Enterprise mais importantes do produto presentes desde o SQL Server 2008.

Quem já implantou, viu (inúmeras) vantagens e quem não implantou tem vontade ou interesse. Já quem não gosta…caso patológico. Brincadeira, não conheço quem não tenha gostado.

Quando digo compressão  me refiro ao termo em geral, e o SQL Server entrega várias tecnologias de compressão. Os principais são  Backup Compression (abordado em um post passado) e Data Compression.

Então vamos falar um pouco sobre Data Compression…

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Utilidades pro cotidiano – Image Resizer

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(Disclaimer: Esse post não tem relação com Banco de dados e/ou SQL Server. Trata-se de recomendações gerais de aplicativos para a plataforma Windows).

Oi,

Sabe aquelas fotos gigantes que você tira por aí com uma câmera de alta resolução e quer reduzir o tamanho do arquivo sem perder qualidade? Das várias formas de se resolver um problema, apresento pra vocês o Image Resizer, que pode ser baixado direto do site do Codeplex (portal com iniaciativa de compartilhar softwares de código aberto).

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Executar como usuário diferente : Runas com ShellRunas.exe

Imagem

Olá,

Dica rápida de hoje: Às vezes, você precisa executar algum programa sob o contexto de outro usuário do Windows. Geralmente esse objetivo é alcançado quando se segura SHIFT + Botão Direito para localizar a opção “Executar como usuário diferente” (opção em português)  ou Run as different User (em inglês), popularmente conhecida como Runas.

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